Performance · Quarta-feira 17 de junho · 21:30–22:30
Um dueto. Uma criação em tempo real.
ZERO é um espetáculo onde tudo começa no vazio. Sem coreografia fixa. Sem composição fechada.
Sem narrativa pré-definida.
Apenas dois artistas em palco - corpo, voz, som e presença.
A partir desse ponto zero, tudo é criado ao vivo.
Tiago Rizumik e Rita Spider constroem paisagens sonoras através da voz, da música, de instrumentos e das frequências que emergem no momento. O som transforma-se em movimento. O movimento transforma-se em narrativa.
Histórias, personagens e universos surgem e dissolvem-se, conduzindo o público por uma viagem que nunca se repete.
Tudo nasce do instante.
Sem antecipação. Sem julgamento.
Apenas escuta, resposta e criação.
Gradualmente, estes universos encontram-se, cruzam-se e expandem-se, dando origem a uma composição única que existe apenas naquele momento.
Cada apresentação de ZERO é irrepetível.
O espaço, o público e a energia presente tornam-se parte ativa da criação, influenciando aquilo que emerge.
Não há repetição.
Não há versão anterior.
Não há versão seguinte.
Apenas o instante.
ZERO é o ponto de partida.
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A duet. A real-time creation.
ZERO is a performance where everything begins in emptiness.
No fixed choreography. No closed composition. No predefined narrative.
Only two artists on stage — body, voice, sound, and presence.
From this zero point, everything is created live.
Tiago Rizumik & Rita Spider build soundscapes through voice, music, instruments, and the frequencies that emerge in the moment.
Sound transforms into movement.
Movement transforms into narrative.
Stories, characters, and universes arise and dissolve, guiding the audience through a journey that never repeats.
Everything is born from the instant.
No anticipation. No judgment.
Only listening, response, and creation.
Gradually, these universes meet, intersect, and expand, giving rise to a unique composition that exists only in that moment.
Each performance of ZERO is unrepeatable.
The space, the audience, and the present energy become active parts of the creation, influencing what emerges.
There is no repetition.
There is no previous version.
There is no next version.
Only the moment.
ZERO is the starting point.